Detalhes tão pequenos... e neles é onde mora a sua felicidade! – utopiar

Detalhes tão pequenos... e neles é onde mora a sua felicidade!

Existe uma lei, conhecida como Lei do Mínimo, que estabelece que o sucesso do desenvolvimento de um organismo ficará limitado por aquele elemento de sobrevivência faltoso ou deficitário, mesmo que todos os outros elementos ou fatores estejam presentes.

Em outras palavras, de nada adianta o excesso de um ou mais fatores necessários à sobrevivência, se existe deficiência de outro, por menor que seja. E, é claro, podemos usar esta lei para a nossa vida, no geral, independentemente da nossa sobrevivência como seres vivos.

Justus von Liebig, químico alemão que enunciou esta lei, ao concluir que “o organismo não é mais forte do que o elo mais fraco de sua cadeia ecológica de necessidades”, nos presenteou com um princípio que nos obriga a ter atenção aos detalhes, mesmo que não tenha sido exatamente esta sua intenção. Ou seja: uma pessoa não pode ser considerada forte por possuir abundância em uma ou algumas áreas de sua vida se lhe faltar alguns detalhes essenciais. 

Muitas vezes nos deparamos com situações inusitadas que nos privam de algo que, até então, era bastante natural... às vezes nos machucamos e ficamos, por exemplo, com dificuldade de caminhar, outras vezes somos roubados e nos levam algo importante que já estava esquecido, existem também situações em que nos separamos de pessoas amadas e sentimos que ainda tínhamos momentos a viver com elas... No geral essas situações nos fazem valorizar algo perdido, algo que tínhamos naturalmente e ficamos sem. E quando sentimos isso, percebemos que não valorizávamos aquilo da forma como deveríamos. Já aconteceu com você? Eu apostaria que sim!

E o principal motivo disso é que simplesmente somos atropelados pela nossa rotina, por nosso dia a dia e por tarefas e, assim, acabamos dando menos atenção e valor para as coisas que parecem ser menores. Pois é, elas parecem ser menores, mas como vimos na Lei do Mínimo, elas são igualmente essenciais para a nossa sobrevivência.

Portanto, atente-se a essas coisas. Pare e pense no que é importante para você. Repense sua rotina, repense todas as coisas que tomam o tempo do seu dia a dia. As coisas que você está fazendo hoje te levam em direção aos seus objetivos? Se elas não te levam, porque você ainda está fazendo isso? Faz algum sentido? Às vezes pode até fazer, mas é importante que você tenha consciência disso e saiba com segurança os motivos pelos quais você realiza suas atividades.

Depois de pensar no que realmente está ocupando seu tempo, é hora de olhar para aquilo que, muitas vezes, é deixado em segundo plano. Pois as vezes o segundo plano nunca chega, e o preço disso pode ser bastante alto...

Valorize e busque as pessoas. Quem são as pessoas que te fazem bem? Esteja perto delas o máximo que puder... Não acredite que elas estarão sempre ali, pois isso não vai acontecer.

Cuide da sua saúde. Tenha hábitos saudáveis em sua vida. Não adie mais, sua vida está acontecendo agora.

Faça pausas constantes, escolha uma frequência que seja possível para você e pare para refletir no que aconteceu de bom naquele período específico. Pelo que você pode agradecer? Agradeça.

Nossa vida precisa ter sentido em si só e não apenas no que está por vir, no que queremos alcançar. Precisamos de sonhos e objetivos para nos motivar, sem dúvida nenhuma, mas sempre lembrando que o que realmente importa, no final das contas, é o que sentimos agora.

Não se esqueça jamais dos detalhes tão pequenos da sua vida. Pois além de eles serem coisas muito grandes, são absolutamente fundamentais para seu bem-estar.

A Flavia é psicóloga clínica, apaixonada por literatura, música, viagens e novas culturas. Acredita nas conexões profundas, tanto nas relações quanto internas. Sua busca profissional vai para além do consultório - tentando sempre proporcionar novas compreensões através de seus textos e reflexões.  

 

 

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